Liderança feminina

Nós, mulheres,  conquistamos a independência, temos autonomia e liberdade para fazermos tudo o que quisermos. Na comparação com mulheres de um passado recente, estamos, sim, no topo e, muito se fala desse empoderamento feminino. Contudo, ainda temos um longo caminho a ser percorrido. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), as mulheres são responsáveis por 66% do trabalho do mundo, produzem 50% dos alimentos e constituem quase a metade do grupo de estudantes universitários. No entanto, ganham apenas 10% do rendimento global e possuem somente 1% de todas as propriedades. Segundo o último Relatório Global de Equidade de Gênero, do Fórum Econômico Mundial, para que tenhamos uma situação mais confortável de equidade de gênero no cenário mundial, poderão ser necessários ainda cerca de 80 anos.

Uma das  medidas para encurtar esse período de tempo é desenvolver  a liderança feminina. A ONU criou  e preconiza os  “Princípios de Empoderamento das Mulheres” – um conjunto de atividades que ajudam a comunidade empresarial a incorporar em seus negócios valores e práticas que visem à equidade de gênero e ao empoderamento das mulheres. Esse princípios estimulam a liderança, a educação, capacitação, desenvolvimento profissional e empreendedorismo, além de saúde, bem-estar, segurança, e não–discriminação entre sexos no ambiente corporativo.

A Cabeceira da Mesa é um lugar que ilustra o espaço conquistado pelas mulheres que são líderes. Não se trata de substituir ou tirar os homens desse posto para que nós, mulheres, possamos ocupá-los. Não queremos a supremacia feminina. Almejamos a equidade entre os gêneros. Acreditamos que com as mulheres  ocupando cada vez mais cargos de liderança, teremos uma sociedade mais justa. E que, num futuro breve, não exista  mais necessidade de uma única figura no comando. Ao  contrário, possamos todos sentar juntos em uma mesa redonda.

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